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REDLARA: Um caso de PGD

Um caso de PGD

Raul e Mireya, um casal de surdos, se dirigem a uma centro dfe fertilidad para que os ajudem a ter um filho surso como eles, por meio de diagnóstico genético preimplantacional. Você acha que um centro de fertilidad deveria ajudá-los neste projeto?

55  Comentários

  • 18/04/2012:Silvio Halpern | Brasil

    Não. Acho que o fato de ambos serem surdos, não deve fazer com que seus descendentes tenham nascer com esta deficiencia.

  • 18/04/2012:Francisco Antonio Techiatti Fazano | Brasil

    Não. Da mesma maneira que é proibido realizar a seleção de sexo não devemos fazer qualquer tipo de seleção/escolha de embriões. Seleção somente em casos comprovados de doenças hereditárias na família. Francisco

  • 18/04/2012:Dra Liliana Seger | Brasil

    O PGD é feito para ajudar na saúde e nao para aumentar os problemas psiquiátricos dos casais. Obviamente Nao!

  • 18/04/2012:Fernando Basso | Argentina

    Creo que el tema no resiste la más mínima discusión ética. Instrumentar técnicas médicas para generar discapacidad en una persona va en contra de la base misma de la medicina.

  • 18/04/2012:Philip Wolff | Brasil

    Não. O diagnostico genetico pre implantacional deve ser utilizado apenas para seleção de embriões viaveis e saudáveis, cuja indicação deva ser realizada após aconselhamento genético ou para casais cuja mulher tenha mais de 39 anos. Philip Wolff

  • 18/04/2012:Dr carlos maquita | Mexico

    Sin discución alguna estos procedimientos no se deben hacer

  • 18/04/2012:Marcelo Giacobbe | Brasil

    Com certeza não. Ninguém tem esse direito de promover alguma anormalidade em outra pessoa. Essas tecnologias devem ser usadas para promove a saúde e nao o inverso.

  • 19/04/2012:CARLOS RODRIGO PAZMIÑO VALLADARES | ECUADOR

    Y SI SON CIEGOS, NO ME DIGAN LO QUE VAYAN A PEDIR.

  • 19/04/2012:Pedro Augusto Araujo Monteleone | Brasil

    Não. Na minha visão todo e qualquer tratamento médico deve ser aplicado na intenção de corrigir eventuais falhas biológicas, congênitas ou adquiridas.

  • 19/04/2012:Ciro Martinhago | Brasil

    Não, a medicina deve ser usada para o beneficio das pessoas, e o beneficio não deve ser confundido com egoismo. Realizar um procedimento médico para gerar um indivíduo "doente", não me parece um beneficio e vai contra os fundamentos da medicina.

  • 19/04/2012:Ivgana Rippel Hauer | Brasil

    Já vi alguns casos parecidos na mídia de casais surdo que prefeririam que seus filhos nascessem surdos , para assim estarem melhor "inseridos " no cotidiano dos pais. Mas e quanto á vida destas crianças na sociedade , parece-me que todo pai deseja que seu filho seja saudável , mesmo que a surdez não seja uma debilidade muito grande não consigo compreender que um pai queira que seu filho passe pelas dificuldades que ele outrora passou. Eu aconselharia um acompanhamento psicológico.

  • 19/04/2012:Dr. Daniel Estofan | Argentina

    Yo creo que nosotros tratamos problemas reproductivos no caprichos de los pacientes.

  • 19/04/2012:Andrea Dematteis | Argentina

    La postura de esos padres (por mas que se entienda la situacion) creo que es errada. Creo que ese futuro niño tiene el derecho de nacer sano.

  • 19/04/2012:Rita Vernocchi | Uruguay

    No estoy de acuerdo en realizar PGD cuyo objetivo sea transferir embriones con patología. Que haríamos con los embriones sanos de esa pareja???. Pienso que si naturalmente tienen un hijo sordo, es un tema que no podemos manejar, pero ayudarlos con tecnología médica para lograr ese objetivo me parece fuera de discusión.

  • 19/04/2012:Maria Teresa Urbina | Venezuela

    Este es un CASO DE LA VIDA REAL. Aquí pueden encontrar la noticia: http://www.guardian.co.uk/science/2008/mar/09/genetics.medicalresearch El padre dice que todos somos iguales: las personas que escuchan y las personas sordas tienen los mismos derechos. Por tanto si las personas que escuchan pueden descartar embriones "sordos", entonces las personas sordas deben poder descartar a los embriones "que escucharán".

  • 19/04/2012:Jhenifer Rodrigues | Brasil

    Não. Acredito que ninguém detém o direito de privar um ser humano de ouvir. O PGD trata-se de um técnica que visa auxiliar casais a terem filhos saudáveis, livres de qualquer alteração. Neste sentido, o uso da técnica para a seleção de embrião sem o sentido da audição, na minha opinião, seria totalmente anti-ético.

  • 19/04/2012:María Adela Pacheco Fuentes | chile

    Me parece de un egoismo extremo. Al iniciar el camino en busca de un hijo, nuestro amor nos mueve a hacer ruegos por su sanidad, con todo su potencial para apreciar las maravillas de la creación. El ruido del mar, el canto de las aves.... Encuentro irracional una postura como la de ellos

  • 19/04/2012:Renata | Brasil

    Creio que a ciência esta aí para ajudar, mas sou contra esse tipo de atitude, pois realmente, vc privar um ser um humano de algo como o snteido da audição é completamente anti -ético...ainda mais que sabemos que pessoas surdas convivem perfeitamente na sociedade com pessoas que ouvem, enfim eles não são excluídos e a cada dia se inserem mais em vários setores da sociedade, por isso eu como profissional e pessoa sou contra essa prática

  • 19/04/2012:CARLOS JIMENEZ | COLOMBIA

    La condición actual de la pareja es un hecho fortuito y no provocado. De tal manera que el centro no debe prestarse a semejante propuesta. Debemos ante todo ser responsables con la sociedad y pensar en los derechos de los niños.

  • 19/04/2012:CARLOS JIMENEZ | COLOMBIA

    La condición actual de la pareja es un hecho fortuito y no provocado. De tal manera que el centro no debe prestarse a semejante propuesta. Debemos ante todo ser responsables con la sociedad y pensar en los derechos de los niños.

  • 19/04/2012:Mariano Pérez | argentina

    Quien puede imaginar que alguien quiera traer al mundo un hijo con una discapacidad gracias a la ayuda de la ciencia. Creo que les haria falta ayuda psicológica.

  • 19/04/2012:Mário César Freire Pessanha | Brasil

    O conceito de normalidade é muito vago. A princípio o normal é que o indivíduo seja portador de todos os sentidos, e a sociedade médica considera o surdo como deficiente, o que realmente é. O caso em pauta deve ter uma avaliação social do casal mais profunda, verificando a real necessidade dessa família. Dependendo do caso, asssim como os pacientes com necessidades especiais precisam ser inseridos na sociedade, pode ser que esse seja mais um caso. E, nesse caso, questionaria: por que não?

  • 19/04/2012:Mario Cavagna | Brasil

    É algum tipo de brincadeira? Uma solicitação como essa precidaria melhorar muito para ser ridícula.

  • 19/04/2012:Alejandro Manzur | Chile

    Los que realizamos medicina reproductiva estamos para ayudar a parejas infértiles a ser padres, idealmente de un hijo sano (a) no para cumplir deseos particulares de las parejas. Ser ciego es una limitante aunque se pueda convivir perfectamente con dicho problema, sin embargo, por mucho que ambos padres lo sean, la situación ideal para el hijo es ser vidente. Yo estaría de acuerdo en utilizar PGD justamente para que el hijo(a) no salga ciego.

  • 19/04/2012:Arturo Aparicio | Colombia

    La funcion del medico y en especial de los centros de reproduccion es generar vidas sanas y normales que puedan desarrollarse como seres normales. Utilizar la ciencia para crear un nuevo ser con una discapacidad es totalmente anti etico

  • 19/04/2012:maria do carmo borges de souza | Brasil

    É uma solicitação muito específica, mas tentaria entender a razão do pedido. Se o casal me convencesse desta questão, creio que os atenderia. Entretanto, tería de haver uma definição clara do destino dos excedentes

  • 19/04/2012:Arturo Tamo Diaz | PERU

    No, el PGD no aplica para estos requerimientos. Todo niño tiene derecho a nacer sin discapacidades. Se hace evidente la necesidad de orientacion sicologica para esta pareja.

  • 19/04/2012:DANIEL LONDOÑO | Colombia

    Primer principio hipocrático: NO HACER DAÑO. LA conclusión es simplemente NO.

  • 19/04/2012:Medardo Blum Narvaez | Ecuador(Guayaquil)

    Creo que de ninguna manera debería darseles asistencia en su proyecto, Pienso que en Reproducción Asistida,nuestro compromiso es tambien con la calidad de vida de los bebes logrados

  • 19/04/2012:Paulo Serafini | Brasil

    O filho deste casal tem o DIREITO de nascer SEM SURDEZ "congenita" enquanto o casal não podem e nem devem (pode até ser considerado crime) requerer teste genético (se existir) para tal fim

  • 19/04/2012:Luis Vargas | Peru

    resulta muy poco etico porque seria condenar a un niño a vivir con una limitacion que el nunca escogio tener y que por facilidad o deseo de sus padres lo condenen, el caso deberia ser al contrario que les ayuden a tener un hijo sin esa limitacion, es mi humilde opinion. Saludos.

  • 19/04/2012:Xavier B lum | Ecuador

    Creo que es anti ético , como Centro de Repoducción Asistida el objetivo es producir niños sanos, que puedan llevar una optima calidad de vida

  • 19/04/2012:Felipe lazar Junior | Brasil

    NÃO. Este caso é um conflito ético da nossa geração. A evolução da Medicina e do diagnóstico pré-implantacional infelizmente traz consigo estes dilemas éticos. A evolução se presta para promover saúde e não doenças ou deficiências. Apesar de nos comovermos por estas situações, devemos imaginar que elas são temporárias; pois o ser humano é finito e por maior que seja a expectativa de vida, no futuro poderemos imaginar gerações livres de deficiências congênitas/genéticas como surdez, nanismo, albinos, onde ninguém mais irá fazer este tipo de solicitação.

  • 19/04/2012:Roberto Santos | México

    No estoy de acuerdo, seria provocar un daño intencional

  • 19/04/2012:George Vaz | Brasil

    Acredito que isso seja seleção genética, e não vejo com bons olhos. Mas estaria aberto para escutar os motivos do casal para quere tal decisão.

  • 20/04/2012:ALVARO PIGATTO CESCHIN | Brasil

    Não indico procedimento num principio do juramento Hipocrático de não causar dano - apesar do casal estar bem adaptado a sua condição, a ponto de desejar um outro filho com as mesmas condições!

  • 20/04/2012:Gilberto da Costa Freitas | Brasil

    Não ajudaria. Não vejo nenhum benefício em sentenciar alguém antes do nascimento.

  • 20/04/2012:ALVARO PIGATTO CESCHIN | Brasil

    Não indicaria o procedimento pelo juramento hipocrático de não causar mal - apesar do casal estar adaptado a condição adversa, não temos o direito de induzir um novo ser a vivencia-la!

  • 20/04/2012:Dr. Rene Bailon Uriza | Mexico DF

    Conviene siempre escuchar la versión completa de R. y M. para hacer un juicio, pero aún así haremos el ejercicio. Para mejor entender a los solicitantes debemos conocer el marco étnico, religioso, político, social y económico. In útero , el nuevo ser ya es único, autónomo y no es simplemente una parte del cuerpo de la madre. Aceptan lo anterior, la solicitud parece trastocar principios de justicia, libertad y dignidad, entre otros. Por otro lado el médico no debe renunciar a su esencia profesional, la de servir. De no estar de acuerdo, habrá que recomendar a los solicitantes con quien sí lo esté. Recomiendo sugerir la adopción de un niño que reuna el perfil deseado y esto tendrá un beneficio dual.

  • 20/04/2012:juan manuel bonina | argentina

    PGD o procedimientos similares deben ser realizados con objetivos diagnosticos y no para "elegir" embriones con tal o cual condicion .

  • 20/04/2012:Blanca Duque | Colombia

    Padre y Madre son discapacitados auditivos,buscar por manipulación genetica,que el hijo sea discapacitado Es una posición egoísta. Los padres siempre queremos que los hijos sean y estén mejor. La respuesta es que se les puede ayudar a tener un hijo, pero no a que el hijo sea sordo.

  • 22/04/2012:Rodolfo Canseco Sedano | México

    Por supuesto que esto no se debe de hacer. Sería como decir que el PGD se pueda usar para que padres con problemas genéticos tengan hijos con los mismos problemas. Siento que sería absurdo.

  • 22/04/2012:José Remohi | España

    No es el primer caso de estas características del que tenemos conocimiento. Hace unos años pudimos leer en la prensa que en los USA una pareja de lesbianas sordomudas había buscado expresamente un donante masculino de idénticas características con el fin de que su hijo tuviese esa misma discapacidad. En este caso se pretende recurrir al diagnóstico de los embriones con el fin de determinar aquellos que están afectos de la sordera hereditaria y transferir únicamente los que padecerían esa sordera. Cuanto menos nos sorprende este uso de esa técnica, dado que en España sólo puede emplearse con la finalidad contraria –determinar los embriones afectos para no transferirlos a la madre-. Además, la Ley española prevé, para la aplicación del diagnóstico preimplantacional, que se pretenda evitar la transmisión de una enfermedad grave, que además sea de aparición precoz y que no tenga tratamiento curativo postnatal. Realmente pensar que se pueda utilizar esta técnica con fines de transmitir voluntariamente una discapacidad me parece una aberración que se aleja de los fines propios de las técnicas de reproducción asistida. Las técnicas de reproducción asistida surgieron con la finalidad de permitir tener hijos a aquellas personas que sufrían infertilidad. Con el tiempo se les añadió la posibilidad de poder evitar la transmisión de enfermedades hereditarias graves a la descendencia, lo que supone un gran avance. No obstante entiendo que, desde el punto de vista moral, la línea que nunca debe traspasar la reproducción asistida y los profesionales que la aplicamos es la de la transmisión voluntaria de enfermedades o situaciones discapacitantes a la descendencia. Parece obvio que esta pareja no considera la sordera como un impedimento en su vida ni en la de sus hijos, pero resulta evidente para los demás que sí lo es, y que limitaría seriamente en el futuro la vida de ese niño. Por otra parte, y ya dejando aparte las cuestiones morales, entendemos que transferir conscientemente a una mujer embriones que tienen una alteración grave también podría motivar una hipotética reclamación judicial futura del nacido, dirigida contra los profesionales médicos que llevaron a cabo ese acto. En conclusión mi opinión es que no se debería acceder a la solicitud de esta pareja. Un cordial saludo.” Dr. José Remohi

  • 23/04/2012:teresa Rubin | Argentina

    si la sordera se considera una dificultad para la vida que exige muchos esfuerzos de quien la porta, resultaría un acto incomprensible o de fuerte motivación narcisista pretender que el hijo tenga esa dificultad. Quienes trabajamos en esta disciplina debemos aportar para mejorar la calidad de vida, no para convalidar problemas. Se debería trabajar con esa pareja en función de qué hijo hablan, de qué deseo de hijo los acompaña.

  • 23/04/2012:Cintia Morel Correa | Brasil

    Acho que o casal deve ser esclarecido sobre a ética que envolve todos os procedimento médicos, especialmente as TRA: o principio da beneficiência e da não maleficência. Desta forma não se pode indicar um procedimento médico , no caso a PGD , para favorecer a transmissão voluntária de uma doença hereditária grave e incapacitante em vários aspectos.

  • 23/04/2012:carlos sferrazza | chile

    creo que no debemos acceder a ese tipo de peticiones. La finalidad ultima de los centros de fertilidad es ayudar a procrear , no a seleccionar seres humanos.

  • 25/04/2012:Alicia Pené | Argentina

    No estoy de acuerdo. Me parece un acto egoísta. Considero que la selección debe apuntar a las ventajas del niño por nacer; es seleccionar en forma negativa.

  • 27/04/2012:Leila Farah | Brasl

    No Aconselhamento Genético estas situações são abordadas e, geralmente, o casal termina por compreender a repercussão que este tipo de alteração teria na vida do futuro filho. Anomalias funcionais são mais aceitas por pessoas afetadas do que pelos indivíduos que não as possuem, mas querer que elas tenham a mesma alteração não é uma atitude usual.

  • 28/04/2012:roberto coco | Argentina

    La finalidad del PGD es ayudar o facilitar el nacimiento de un niño no afectado a parejas con riesgo genético aumentado. Si la pareja consultante es una pareja fértil que solamente le interesa asegurar la transmisión de la afección accediendo a la tecnología reproductiva , si lo aceptáramos estaríamos banalizando a la reproducción asistida. Si fuera infértil que requiere de la tecnología reproductiva, si no realizáramos el PGD para identificar a los embriones no afectados antes de la transferencia constituiría un acto iatrogénico. Si bien en rigor a la verdad el PGD no es eugenésico (solo ayuda a evitar la transmisión de una determinada afección genética) la identificación de embriones afectados para ser transferidos es una práctica iatrogénica que viola al juramento hipocrático al que todos adherimos. Si bien es verdad que habría que respetar la autonomía de la pareja, no nos debemos olvidar que el resultante de nuestra ayuda bio-tecnológica es el nacimiento de un hijo, quién podría accionar, solo o por intermedio del defensor del pueblo, sobre el equipo biomédico que facilitó y no evitó el nacimiento con esa dificultad. No debemos olvidar el caso Perruche que estableció jurisprudencia acerca del “Wrongfull Birth”, o sea que si bien el niño no está presente cuando la pareja consulta, uno al igual que los padres, debería siempre tener en cuenta lo que el niño hubiese deseado.

  • 28/04/2012:pedro ragas | peru

    nuestro objetivo debe ser superar los diversos errores geneticos

  • 30/04/2012:norma pagnoncelli oliveira | Brasil

    Não concordo de maneira nenhuma com esta com esta idéia. Devemos, como profissionais da saúde, promovê-la em todos os sentidos, jamais selecionaria um embrião sabidamente doente para TE.

  • 02/05/2012:Juan Carlos Mendoza | Colombia

    No debe asistirlos en cuanto al proyecto, pero si para aclararles las razones por las cuales deben desistir de esa idea. Este es el caso típico de como lo que técnica y científicamente puede ser posible es absolutamente inaceptable desde el punto de vista ético, la posibilidad de caer en el utilitarismo científico con el objetivo de dar gusto a solicitudes que por si mismas deben ser rechazadas, pues atentan contra la salud y el bienestar del recién nacido como también del correcto ejercicio profesional.

  • 10/05/2012:Maritza Hernandez | Mexico

    No se deberia de apoyar tal caso. Que ganarian los padres con tener un hijo sordo? Siento que es un caso egoista, puesto que su futuro hijo, mas adelante tambien percibiria la discriminacion a la cual son sometida la gente con este tipo de capacidades diferentes. Es mucho mejor que ellos tengan un hijo normal, el cual tendra muy buenas opciones y se podra adaptar facilmente en ambos casos: 1) a tener padres con capacidades diferentes, 2) a concientizar a la gente que lo va a rodear a que trate y comprenda a personas como sus padres.

  • 04/07/2012:Carolina Martinez Taibo | Argentina

    La sordera esta considerada una discapacidad. Ayudar a que un matrimonio tenga un hijo diapacitado no me parece bien por el hijo.

  • 06/02/2015:Sabrina | Argentina

    No. No deberían. Es un acto egoista de los padres para el niño y es peor esto que un capricho estético, como podría ser la eleccion del sexo o del color de ojos. totalmente en contra.

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