Situação atual da reprodução assistida na América Latina e no mundo.
 
"Convidamos aos centros da REDE e a centros novos que realizam procedimentos
de reprodução assistida a relatar seus dados do ano 2015.
Maiores informações: info@redlara.com ou registro@redlara.com"
 
Nesta publicação reportaram-se os resultados dos procedimentos de Reprodução Assistida realizados durante 1996 e que incluem um total de 10359 ciclos começados e 2503 nascidos vivos (1278 únicos, 821 gêmeos, 331 trigêmeos e 73 quadrigêmeos ou maiores). A média de idade das mulheres tratadas durante 1996 foi de 33 anos. Os três países que contribuem com maior número de casos são, o Brasil (38.7%), a Argentina (26.1%) e o México (9.9%). Do total dos ciclos começados, 51.8% correspondem à FIV, 44.1% a ICSI e 4.2% a GIFT.        

Esta distribuição marca uma mudança substancial na aplicação das novas tecnologias reprodutivas, já que em 1993 a ICSI representou só 0.2%, 6.1% em 1994 e 32.7% em 1995. Entre 1993 e 1995, o número de centros que reportaram procedimentos de ICSI foram 2, 10 e 27. Na atualidade, 41 centros pertencentes a dez países reportam procedimentos de micromanipulação , tais como ICSI, Hatching Assistido e a combinação dos dois. As taxas de gravidez clínica (TEC) e de partos com um recém-nascido vivo, por aspiração, foram de 21.2% e 16.1% para FIV, de 24.6% e 20% para ICSI e de 36.4% e 28.9% para GIFT.        

Em FIV, devido a fatores tubários, a TEC e a chance de gravidez (RD) são significativamente menores à medida que avança a idade da mulher. Esta relação inicia-se aos 30 anos. A chance de gravidez é 1.4 vezes maior em mulheres de 30-34 anos em relação às de 35-39 anos. Ao mesmo tempo, esta faixa etária tem uma chance de 1.7 vezes maior que em mulheres iguais ou maiores de 40 anos. Nos fatores masculinos, a mulher não tem influência sobre a TEC ou a RD. Por outro lado, ao interior de cada categoria de idade, a transferência de um ou dois embriões tem um efeito global positivo na TEC e na RD.        

Esta relação perde sentido estatístico com a transferência de 4 ou mais embriões. A taxa de implantação (número de sacos gestacionais/ número de embriões transferidos) é significativamente maior em mulheres menores de 35 anos de idade, com relação às de 35-39 anos. Ao mesmo tempo, a taxa de implantanção neste grupo de idade é também signficativamente maior que nas mulheres de 40 anos ou mais.        

As taxas de gravidez múltipla foram analisadas pela primeira vez, considerando-se o número de embriões transferidos e a idade da mulher. Em mulheres menores de 35 anos, a taxa de gravidez múltipla ao transferir 3, 4 e 5 embriões, é de 23.5%, 33.2% e 43.3%, respectivamente. Além disso, a taxa de gravidez múltipla extrema (= 3 sacos) é de 4.9%, 16.4% e 21.2%, respectivamente. Em relação à transferência de embriões criopreservados, a TEC global é de 18.2% e varia entre 8% ao transferir dois embriões e 33.3% ao transferir 5. As taxas de implantação são menores ao transferir embriões congelados em relação à transferência de embriões a fresco; contudo, as taxas de aborto espontâneo são de 20% para gestações provenientes de transferência de embriões a fresco e de 15.3% para embriões congelados.        

Em ICSI, o número de embriões transferidos em mulheres menores de 35 anos afeta a TEC e a taxa de implantação de maneira semelhante à FIV. Em mulheres de 35-39 anos ou = 40 anos, o número de embriões transferidos não afeta significativamente a TEC. Em um total de 3282 transferências e 906 gestações clínicas, a taxa de aborto é de 17% que não difere significativamente de FIV.        

A TEC com óvulos doados (OD) não é afetada pela idade da receptora, sendo de 34.6% em mulheres menores de 35 anos e de 40.3% em mulheres = 40 anos. A taxa de aborto clínico é de 14.6%. A idade das doadoras (mulheres menores de 35 anos) influencia positivamente as taxas de gravidez.        

Em ICSI, o número de embriões transferidos em mulheres menores de 35 anos afeta a TEC e a taxa de implantação de maneira semelhante à FIV. Em mulheres de 35-39 anos ou = 40 anos, o número de embriões transferidos não afeta significativamente a TEC. Em um total de 3282 transferências e 906 gestações clínicas, a taxa de aborto é de 17%, que não difere significativamente da FIV.        

Para obter o arquivo completo, clique aqui.

     
 
Untitled Document
REGISTRO CASO A CASO
INFORMAÇÕES PARA PACIENTES
CONSULTAS REGISTROS ATÉ 2009
Registro
Publicações adicionais
Guia para o uso da informação do RLA
Untitled Document
Registros Anuais
  - 2013 - (impresso)
  - 2012 - (impresso)
  - 2011 - (PDF & impresso)
  - 2010 - (PDF & impresso)
  - 2009 - (PDF)
  - 2008 - (PDF & impresso)
  - 2007 - (PDF & impresso)
  - 2006 - (PDF & impresso)
  - 2005 - (PDF & impresso)
  - 2004 - (PDF & impresso)
  - 2003 - (PDF)
  - 2002 - (PDF & impresso)
  - 2001 - (PDF & impresso)
  - 2000 - (PDF & impresso)
  - 1999 - (PDF & impresso)
  - 1998 - (impresso)
  - 1997 - (impresso)
  - 1996 - (impresso)
  - 1995 - (impresso)
  - 1994 - (impresso)
  - 1993 - (impresso)
  - 1992 - (impresso)
  - 1991 - (impresso)
  - 1990 - (impresso)
 
Home
Área Restrita
Quem somos
Registro
Acreditação
Pec Online
Congressos
Publicações
Dúvidas
Fórum
Contato
 
 
Nesta seção, você encontrará dados sobre os centros acreditados e afiliados pertencentes à Rede Latino-americana de Reprodução Assistida.