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Queridos amigos da REDE:
Com a idéia de promover o debate, a discussão e a reflexão sobre Aspectos Bioéticos em Reprodução Assistida, queremos convidá-los a participar deste FÓRUM expressando suas idéias, experiências e opiniões. Intercambiar idéias neste espaço contribuirá para nossa formação em Bioética, o que nos servirá para estimular os programas de informação e difusão de conhecimentos sobre Bioética em nossas comunidades, para que os pacientes e legisladores possam tomar melhores decisões informadas para a busca genuína de seu próprio bem-estar, assim como o bem comum.
INSEMINAÇÕES PÓS-MORTE
O Biólogo Eduardo Sanz desde EUA nos faz a seguinte consulta:
Propriedade de uma amostra de sêmen.
Recebemos uma solicitação muito estranha em nosso programa de FIV: uma jovem solicitou congelar o sêmen de seu noivo. Ela disse que a única amostra disponível estava dentro dela porque eles tiveram relações sexuais e ele faleceu logo após. Discutimos entre os membros de nosso grupo quanto à propriedade da amostra de sêmen. A amostra pertence ao homem que a produz, mas levando-se em conta que estava dentro dela, pode ser considerada propriedade dela?
Ela pode assinar um formulário de consentimento para congelar aquela amostra para ser usada em algum procedimento no futuro?
 
Jorge Blaquier - 29/11/2006
  Hola amigos:
Quisiera emitir opinión sobre sólo un aspecto de este caso y que tambien es
aplicable a otras circunstancias, principalmente en la ovodonación en la
cual la receptora es añosa o no tiene pareja.
Estos casos reflejan la postura filosófica de quienes consideran al hijo
como "un derecho" de la pareja o la mujer. Nosotros pensamos que el hijo es
un "don" que recibe la pareja y que también tiene derechos, que deben ser
defendidos enfáticamente en razón de su propia indefensión. Creemos que el
niño por nacer tiene derecho a tener padres y familia, una pareja
heterosexual establemente constituída; tiene el derecho de tener una madre
de edad biológica adecuada para acompañarlo en su crecimiento (que no haya
superado su etapa biológica de reproducción); tiene el derecho a conocer su
filiación (el sistema de donación lo circunscribe bien a vivir engañado, si
sus padres optan por no decirle de la donación, y a no conocer nunca uno de
sus progenitores ya que la donación suele ser anónima); y, con los avances
de la ciencia, tiene el derecho a conocer su herencia genética ya que en el
futuro previsible será una posibilidad el prevenir o curar enfermedades
transmitidas genéticamente.
Saludos, Jorge Blaquier

 
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