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Temas de Certificación en Embriología Clinica

Temas que devem ser revisados pelos embriologistas clínicos

1. Biologia Celular e Molecular: A célula e suas partes. Ciclo celular. Mitose e meiose. Replicação de DNA, RNA, mRNA, transcrição, tradução, etc. Gametogênese masculina e feminina. Erros da meiose.

2. Metabolismo celular: carboidratos, proteínas e lipídios.

3. Determinação e diferenciação gonadal : determinação do sexo gonadal e diferenciação da genitais interno e externo.

4. gametas e gametogênese: Desenvolvimento do testículo. Espermatogênese. Espermiogênese. Maturação do epidídimo. Empacotamento do DNA espermático. Expressão gênica durante a espermatogênese. Anatomia e fisiologia do espermatozoide. . Anatomia e Fisiologia do aparelho reprodutor masculino. Desenvolvimento ovárico. Desenvolvimento folicular. Formação de folículos primários. Desenvolvimento folicular após a puberdade. Recrutamento de folículos: de primário a pré-antral, de pré-antral a antral e de antral até desenvolvimento pré-ovulatório. Ovulação. Formação e função do corpo lúteo. Maturação do oócito. Estados da maturação do oócito. Anatomia e fisiologia do Sistema Reprodutor Feminino.

5. Fisiologia da Reprodução Masculina: Controle hormonal da espermatogêneses

6. Fisiologia da Reprodução Feminina: Ciclo Menstrual. Hiperestimulação ovárica controlada.

7. Interação entre gametas: Capacitação espermática. Reação acrossômica. Ativação do oócito. Maturação citoplasmática. Zona pelúcida. Fusão de membranas. Reação cortical. Liberação do bloqueio meiótico. Centrossomas e centríolos. Formação de prónucleos. Precursores nucleolares e nucléolos.

8. Primeiros estados do desenvolvimento embrionário: Ativação genômica. Imprinting. Compactação. Cavitação. Expansão e eclosão do blastocisto. Conformação do blastocisto. Diferenciação do blastocisto.

9. Controle de qualidade de um laboratório de Reprodução Assistida: Normas para a construção de um laboratório de Fecundação in vitro. Equipamento. Desenho. Padrões atuais de um laboratório de Reprodução Assistida. Condições de cultivo. Fatores ambientais a controlar. Qualidade do ar. Luz. Temperatura. pH. Qualidade dos gases. Controle de Qualidade e Asseguramento de Qualidade de um laboratório de RA. Normas para a acreditação da REDLARA

10. Avaliação do casal infértil de menor a maior complexidade: Avaliação do fator masculino. Avaliação do fator feminino.

11. O Gameta masculino: Avaliação macroscópica do espermatozoide. Avaliação microscópica do espermatozoide. Espermograma. Análise bioquímico do sêmen. Técnicas de Preparação Espermática no sêmen ejaculado, recuperado do epidídimo, deferentes ou testículos. Ejaculação retrógrada. Teste da cromatina espermática. Coloração com azul de anilina e com cromomicina. Teste de Túnel, de Cometa e SCD. Teste hiposmótico. Estudo de aneuploidias espermáticas. Avaliação da enzima PLZc. Preparação de espermatozoides para ICSI. PICSI. Colunas de anexinas. Espermatozoides selecionados por morfologia (IMSI). Melhoramento da mobilidade espermática. Reconhecimento de espermatozoides vivos imóveis , ¨Sperm-slow”. Causas do fator masculino: Pré-testicular, Testicular e Pós-testicular. Causas genéticas da infertilidade. Outras causas de infertilidade masculina: Ambientais, Ocupacionais e doenças que produzem infertilidade. Obtenção cirúrgica de espermatozoides: Biópsia e aspiração testicular e de epidídimo. Criopreservação de tecido testicular.

12. Gameta Feminino: O oócito. Obtenção de oócitos durante a Aspiração folicular. Preparação de oócitos para ICSI. Denudação. Avaliação da maturação meiótica. Morfologia dos oócitos.

13. Micromanipulação: Aspectos técnicos do ICSI. Eclosão assistida. Biópsia do Corpo Polar, blastômeros, blastocisto e blastocentesis. IMSI.

14. Cultivo e transferência de oócitos fecundados clivados: Avaliação da fecundação. Sistemas de cultivo. Meios sequenciais vs. somente um meio. Avaliação dos pronúcleos. Clivagem antecipada. Avaliação dos embriões clivados. Classificação de blastocistos. Transferência embrionária.

15. Criopreservação e Vitrificação dos gametas e embriões: Crioprotectores. Protocolos. Fundamentos de criobiologia. Preservação de espermatozoides. Criopreservação de sêmen. Criopreservação de espermatozoides do deferente, testículo e epidídimo. Estabelecimento e normas para um banco de sêmen. Preservação de oócitos. Congelamento lento. Vitrificação. Criopreservação de embriões. Congelamento lento. Vitrificação de embriões. Estabelecimento e normas para um banco de oócitos

16. Diagnóstico genético pré-implantacional: Por transtornos cromossômicos, Por transtornos gênicos, Por outros motivos

17. Aspectos éticos e legais da Reprodução Assistida

18. Aspectos emocionais da Reprodução Assistida

Conteúdo para a certificação em Andrologia
1. Componentes do Aparelho Reprodutor masculino: Anatomia e Fisiologia de cada órgão. Órgãos externos. Testículo e a espermatogênese. Células de Sertoli. O epidídimo. Glândulas anexas

2. Controle hormonal da espermatogênese: Eixo hipotálamo-hipófise-testículo. Células de Leydig e estereidogênese testicular. Testosterona e suas funções.

3. O espermatozoide: Anatomia e biologia do espermatozoide. Mobilidade espermática. Capacitação espermática. O acrossoma. O núcleo. Formação, maturação e transporte dos espermatozoides.

4. O sêmen: Componentes do sêmen. Avaliação do sêmen. O espermatograma. Instruções. Procedimento. Avaliação da concentração, mobilidade, morfologia segundo as normas da OMS 2010. Critério estrito de Krueger. Resultados normais. Valores de referência para TRA. Controle de qualidade em Andrologia. Ensaios de Suficiência em um Laboratório de andrologia.

5. Interação dos espermatozoides com o muco cervical: Avaliação dos anticorpos anti-espermáticos.

6. Ensaios funcionais dos espermatozoides: Teste hiposmótico. MOST. Interação espermatozoide-muco cervical. Fragmentação do DNA. Ensaio de reação da reação Acrossômica. Teste de sobrevida espermática. Ensaios de união a Zona Pelúcida. Ensaio de ova-hamster. Estudo de aneuploidias por FISH. Avaliação do dano DNA espermático. PICSI, colunas de Anexinas, IMSI, Ensaio da enzima PLZc.

7. Técnicas de Recuperação de Espermatozoides móveis: Técnica de gradientes de densidade. Swim-up. Outras. Recuperação de espermatozoides de ejaculação retrógrada. Processamento de amostras de testículo e epidídimo.

8. Técnicas de criopreservação de espermatozoides e tecido testicular

9. Infertilidade masculina: Testicular, Pré-testicular, Pós-testicular, Infecções geniturinárias e causas imunológicas

Conteúdo - Curso de certificação de médicos
I.- Avaliação de casais que requerem RMA: História Clínica e exploração física. Fatores prognósticos. Exames básicos e complementários. Avaliação do fator masculino. Avaliação da reserva ovárica. Avaliação do útero e endométrio.
Histerossalpingografia. Ultrassonografia. Histeroscopia. Biópsia de endométrio e outras técnicas de avaliação da receptividade endometrial. Avaliação do fator tuboperitonial. Histerossalpingografia . Ultrassonografia .Histerossonografia .
Laparoscopia. Perfil infeccioso. Exames complementares. Avaliação psicológica prévia a RA. Avaliação genética prévia à Reprodução Assistida.

II .- Critérios de seleção do tipo de RMA: Inseminação intrauterina. Fertilização In Vitro. ICSI. Assisted Hatching. Vitrificação em RA e transferência de embriões desvitrificados em ciclo natural ou preparado. Doação de óvulos.
Doação de espermatozoides. Doação de embriões.

III.- Preparação de casais que requerem RMA: Estilo de vida, nutrição e suplementos alimentares. Correção ou melhoramento das condições patológicas: Obesidade. Hidrosálpinx. Miomas. Patologia endometrial
Patologia endócrina. Síndrome de ovários policísticos. Alterações espermáticas. Endometriose . Malformações Müllerianas . Pacientes com maior risco de anomalias congênitas. Ensaio de Transferência ou “Mock Transfer”. Informação ao casal. Apoio psicológico. Preparação e assessoramento psicológico quando é indicada a doação de gametas. Uso ou não de AO (BCP) para programar ciclos. Uso ou não de estrogênios somente para sincronizar a corte folicular .
IV.- Protocolos de Estimulação Ovárica: Para quem se prognostica resposta normal. Protocolos com agonistas do GnRH. Protocolos com antagonistas do GnRH. Protocolos com ciclo natural ou natural modificado. Protocolos com mínima estimulação e acúmulo de oócitos. Para quem se prediz baixa resposta. Para aqueles com risco de resposta alta.
V.- Monitoramento da estimulação ovárica: clínico, ecográfico e hormonal

VI.- Punção e aspiração folicular: translaparoscópica e transvaginal,

VII.- Transferência Embrionária: Seleção de cateter de transferência . Técnica de transferência. Critérios clínicos que se utilizam para decidir o número de embriões a transferir.Transferência em fresco ou transferência após descongelamento. Transferência em dia 3 ou dia 5. Transferência em ciclo diferido ao estimulado.

VIII.- Suporte lúteo

IX.- Casos especiais. Doação de oócitos. Uso de espermatozoides testiculares ou de epidídimo em pacientes azoospérmicos e diferentes técnicas de recuperação. Maternidade de Substituição. DGP. Preservação de oócitos, espermatozoides, embriões e tecido gonadal. Pacientes com infecções virais
Indivíduos com preferências sexuais diversas. Preparação endometrial para transferência de embriões descongelados. Ciclos naturais ou naturais modificados para transferência de embriões descongelados.

X.- Complicações das técnicas de RMA e seu manejo: Gestação múltipla.
Complicações derivadas da culdocentese: hemorrágicas, lesão do trato urinário e infecção. Síndrome de Hiperestimulação Ovárica. Complicações tromboembólicas. Gravidez ectópica. Torção ovárica

XI.- Conduta em casos de falha reinterada de implantação

XII.-Controle de Qualidade em centros de Reprodução

XIII.- Consentimentos informados

XIV.- Requisitos clínicos para a acreditação de centros de RMA

XV. Registro Latino-americano de Reprodução Assistida

XVI.- Protocolos de investigação em Centros de RMA

XVII.- Considerações éticas em casais que necessitam RA

XVIII. Aspectos legais da RA em LA.

IX. Recomendações para o desenvolvimento de um plano de emergência em situações adversas.

 
 

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